A cada anúncio de novo processador quântico, a imprensa repete o mesmo roteiro: criptografia quebrada, remédios descobertos, logística resolvida. Vale separar o que já é engenharia do que ainda é promessa.
Engenharia vs. narrativa
- Correção de erros saiu do papel e virou problema de escala.
- Qubits físicos crescem em número; qubits lógicos, devagar.
- Aplicações comerciais continuam restritas a simulações específicas.
O problema interessante não é fazer o qubit funcionar. É fazer milhares deles funcionarem juntos, com erro baixo o suficiente para a matemática fechar.
O que observar
Em vez de acompanhar anúncios de qubits, acompanhe publicações sobre taxas de erro lógico. É o número que diz, de verdade, a que distância estamos de algo útil.
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